quarta-feira, 11 de julho de 2012

Violência contra a mulher é um problema de saúde pública

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Clique na imagem para ler a reportagem no tamanho original.


segunda-feira, 25 de junho de 2012

Beba Leite

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O leite é um alimento essencial para a formação dos ossos e dos dentes dos recém- nascidos e para regulação de diversas funções do organismo, como as reações enzimáticas do metabolismo. Tudo isso, pois é extremamente rico em cálcio, fósforo e magnésio. Sua ingestão diária é importante ainda nos primeiros anos de vida, quando ocorre crescimento, ganho de peso e desenvolvimento neuropsicomotor.

Quando o bebê não é alimentado exclusivamente com o leite materno até os seis meses de idade, recomenda-se que tome uma fórmula de leite de vaca modificada, geralmente indicada por um pediatra. Essa fórmula adapta a quantidade de cálcio e proteína, acrescentando carboidrato e vitaminas, o que faz com que sua qualidade nutricional fique próxima à do leite da mãe, que possui menos cálcio e por isso maior absorção.

Algumas famílias com menor poder aquisitivo acabam utilizando o leite integral, que é mais acessível, para os bebês. É importante saber que esse tipo de leite não é indicado ao bebê com menos de seis meses, já que o trata gastrointestinal da criança ainda não está desenvolvido.



Somente a partir do primeiro ano de vida a criança pode tomar qualquer tipo de leite, tanto o longa vida, quanto o pasteurizado e o em pó. Entre os muitos tipos de leite os mais recomendados são os leites em pó e os enriquecidos com ferro e ômega 3 e 6. O leite desnatado e semidesnatado são indicados para pessoas que sofrem com doenças específicas ou com obesidade. Já o leite de soja serve como complementação alimentar.

Uma criança que não gosta de leite, pode obter a quantidade necessária de cálcio por meio de seus derivados, como iogurte, queijo. Caso esses alimentos também não sejam aceitos pela criança, o polivitamínico de cálcio, magnésio, zinco e vitaminas A e D é uma solução.

Muitas mães costumam misturar leite integral com suplementos, como a farinha láctea, por exemplo, no entanto, é preciso avaliar cada situação antes de oferecer a mistura à criança. Para isso é fundamental o acompanhamento com um profissional, afim de saber o que fazer para enriquecer os hábitos nutricionais da criança.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Mulher: saúde e maternidade

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O dia 28 de Maio foi escolhido como o Dia Internacional de Ação pela Saúde das Mulheres. Entenda a importância e a necessidade desse dia com as informações apresentadas no post abaixo e descubra quais as novidades dedicadas às mulheres.


Essa data específica é resultado de movimentos da Rede de Saúde das Mulheres presentes em todo o mundo. O principal objetivo é conscientizar e chamar a atenção das pessoas para a Mortalidade Materna. Isso inclui a garantia dos direitos das mulheres no que se refere á sexualidade e reprodução. Informação sobre cuidados com a saúde, acesso a atendimento médico de qualidade, métodos de prevenção seguros e um pré-natal adequado são alguns desses direitos.

Informações da Rede Feminista de Saúde [http://www.redesaude.org.br/portal/home/index.php] indicam que:

O número de mortes de mães é alto e a situação é preocupante principalmente entre as mulheres negras e aquelas que residem nas regiões Norte e Nordeste. Os índices, no entanto, não fornecem a real dimensão desta tragédia que destroça inúmeras vidas, pois, ainda, é baixa a declaração de morte materna no atestado de óbito. 


Para se ter uma ideia da extensão dessa mobilização a favor da melhoria no atendimento e recursos que são direitos das mulheres, nos EUA, a instituição EMC (Every Mother Counts – Toda mãe conta) fez um vídeo esse ano. Produzido por uma agência de publicidade de Nova York, o vídeo com cerca de 2 minutos conta com a participação de atrizes conhecidas como Jennifer Connelly, Debra Messing e também mulheres ‘desconhecidas’. A trilha sonora do vídeo foi escrita e gravada por um dos integrantes do Pearl Jam, especialmente para a campanha.
Mesmo sem legenda, vale o clique.


Segundo dados do Anuário das Mulheres Brasileiras*, em 2007 foram registrados 1.580 óbitos por mortalidade materna. Nesse mesmo ano a hipertensão foi indicada como principal causa da morte de gestantes, seguida de hemorragias, infecção puerperal e aborto.

Alguns dos direitos das mulheres:

- Dupla proteção as DSTs, como Aids;
- Planejamento Familiar através da distribuição gratuita de métodos contraceptivos, divulgação de informações e esclarecimento de dúvidas;
- Pré-natal: exames e consultas para avaliação a acompanhamento da saúde da mãe e do bebê. É oferecido gratuitamente na rede de saúde pública (SUS);
- Aleitamento materno;
- Parto: também oferecido pelo Sistema único de Saúde. A mulher tem também o direito de optar pelo procedimento pelo qual deseja passar (parto natural ou induzido), salvo casos em que por motivos clínicos a escolha da mulher apresentar risco à saúde dela e/ou do bebê;

Mais algumas informações do Ministério da Saúde:

Em 2006, o então presidente Lula criou o Pacto Nacional pela Redução da Mortalidade Materna e Neonatal,  cujo objetivo é alcançar a meta de redução anual de 5% da mortalidade.
Um dos desafios para a redução da mortalidade materna no Brasil destaca-se as complicações por aborto ilegal, a violência contra a mulher e a feminização da epidemia de HIV/AIDS, que sinalizam para a necessidade de fortalecer a rede de atenção à mulher em situação de violência.
Se você é mulher, saiba que tem o direito de ser mãe com toda a segurança e o cuidado necessário. Assim como ver o seu filho crescer.
Se você é homem, saiba que tem o direito de ver sua mãe levando uma vida saudável, sem complicações por causa da gestação. E se você pretende ser pai, tem a obrigação de zelar pelos direitos da mãe do seu filho.



*Edição 2011 - DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Tireoide: de olho nos sintomas!

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A tireoide é uma glândula em forma de borboleta, localizada na parte anterior pescoço, logo abaixo da região conhecida como Pomo de Adão. Ela age na função de órgãos importantes como o coração, cérebro, fígado e rins. Interfere, também, no crescimento e desenvolvimento das crianças e adolescentes; na regulação dos ciclos menstruais; na fertilidade; no peso; na memória; na concentração; no humor; e no controle emocional. É fundamental estar em perfeito estado de funcionamento para garantir o equilíbrio e a harmonia do organismo.

Ela é responsável pela produção dos hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina), que atuam em todos os sistemas do nosso organismo. Quando a tireoide não está funcionando adequadamente pode liberar hormônios em excesso (hipertiroidismo) ou em quantidade insuficiente (hipotireoidismo).


Hipotireoidismo: tudo começa a funcionar mais lentamente no corpo, o coração bate mais devagar, o intestino prende e o crescimento pode ficar comprometido. Ocorrem, também, diminuição da capacidade de memória; cansaço excessivo; dores musculares e articulares; sonolência; pele seca; ganho de peso; aumento nos níveis de colesterol no sangue; e até depressão. Na verdade, o organismo nesta situação tenta "parar o indivíduo", já que não há “combustível” para ser gasto.

Hipertireoidismo: o corpo começa a funcionar rápido demais, o coração dispara; o intestino solta; a pessoa fica agitada; fala demais; gesticula muito; dorme pouco, pois se sente com muita energia, mas também muito cansada.

Tanto no hipo como no hipertireoidismo, pode ocorrer um aumento no volume da tireoide, que chama-se bócio, e que pode ser detectado, através do exame físico. Problemas na tireoide podem aparecer em qualquer fase da vida, do recém-nascido ao idoso, em homens e em mulheres. O diagnóstico não é complicado e o tratamento evita maiores complicações.

Um dos problemas mais frequentes da tireoide são os nódulos, que não apresentam sintomas. Estima-se que 60% da população brasileira tenha nódulos na tireoide em algum momento da vida. O que não significa que sejam malígnos. Apenas 5% dos nódulos são cancerosos. O reconhecimento deste nódulo precocemente pode salvar a vida da pessoa e a palpação da tireoide é fundamental para isso. Este exame é simples, fácil de ser feito e pode mudar a história de uma pessoa. Uma vez identificado o nódulo, o endocrinologista solicitará uma série de exames complementares para confirmar a presença ou não do câncer.


Apesar de pouco comum, é preciso estar atento ao câncer de tireoide. Diagnosticado a partir de um tumor maligno de crescimento dentro da glândula da tireoide, possui excelentes perspectivas de tratamento. Assim como o câncer de mama, atinge na sua maioria mulheres acima de 35 anos. Porém, atinge também homens e mulheres entre 25 e 65 anos, principalmente, sendo três vezes mais frequente em mulheres.

Geralmente, o câncer de tireoide é descoberto pelo próprio paciente através do autoexame, que pode ser realizado a qualquer hora do dia, em qualquer lugar. Desse modo, no caso de encontrar alguma alteração (uma protuberância ou nódulo) na base do pescoço, é importante que consulte imediatamente um endocrinologista. Concluído o exame físico, pelo autoexame e pelo exame realizado pelo médico, ele solicitará novos exames para um diagnóstico conclusivo.

Algumas vezes, o câncer de tireoide pode reaparecer, após seu tratamento, ou se espalhar por outras partes do corpo. Por este motivo, os médicos recomendam um acompanhamento por meio de exames periódicos.

Algumas evidências científicas mostram que a exposição à radioatividade (a irradiação) externa, na cabeça ou no pescoço, pode provocar o câncer de tireoide. Pessoas expostas à radiação (terapias com Raios-X) entre as décadas de 20 e 60 (para o tratamento de acnes, amigdalite ou adenoides, por exemplo) têm maior risco de desenvolver o carcinoma de tireoide.
  
A incidência da doença aumentou 10% na última década, mas o número de mortes relacionadas ao carcinoma tireoideano diminuiu. Cerca de 85% dos pacientes com doença diagnosticada e tratada em estágio inicial se mantém vivos e ativos. De 65 a 80% destes cânceres são diagnosticados como câncer de tireoide papilar; 10 a 15%, como folicular; 5 a 10%, como medular e 3 a 5%, como anaplásico. Muitos médicos acreditam que os exames realizados dos primeiros 5 a 10 anos após a cirurgia de extração do tumor na tireoide são críticos.


Tipos de Câncer de Tireoide

Carcinoma papilifero – é o tipo mais comum. Pode aparecer em pacientes de qualquer idade, porém predomina entre os 30 e 50 anos. Devido à longa expectativa de vida, estima-se que uma entre mil pessoas tem ou teve este tipo de câncer. A taxa de cura é muito alta, chegando a se aproximar de 100%.

Carcinoma folicular – Tende a ocorrer em pacientes com mais de 40 anos. É considerado mais agressivo do que o papilifero. Em dois terços dos casos, não tem tendência à disseminação. Um tipo de carcinoma folicular mais agressivo é o Hurthle, que atinge pessoas com mais de 60 anos.

Carcinoma medular – Afeta as células parafoliculares, responsáveis pela produção da calcitonia, hormônio que contribui na regulação do nível sanguíneo de cálcio. Esse tipo de câncer costuma se apresentar de moderadamente a muito agressivo, sendo de difícil tratamento.

Carcinoma anaplásico ou inmedular – É muito raro. Porém é o tipo mais agressivo e tem o tratamento mais difícil, sendo responsável por dois terços dos óbitos de câncer da tireoide.

Autoexame da Tireoide

Os nódulos tireoidianos são caroços que aparecem na glândula, mais comumente nas mulheres e mais frequentemente com o envelhecimento. Eles podem ser únicos ou múltiplos, de tamanhos variados, e estão presentes em 5% a 10% da população adulta. Além da estética, os nódulos podem causar incômodo no pescoço, dificuldade para engolir e até desconforto respiratório, dependendo do seu tamanho. Eles podem ser detectados apalpando a região do pescoço. Embora fácil de ser diagnosticado, ele deve ser confirmado pelo médico endocrinologista através de exame clínico e complementar.

Para realizar o autoexame, é necessário apenas um espelho com cabo e um copo d'água.

1. Segure o espelho procurando em seu pescoço a região abaixo do pomo de Adão (gogó). Sua tireoide está localizada nesta área.

2. Focalize esta área com o espelho estendendo a cabeça para trás para facilitar a visualização.

3. Beba um gole d'água.

4. Ao engolir, observe em seu pescoço se existe alguma saliência ou elevação localizada. Repita este teste várias vezes, se necessário.

5. Observe se existe algum nódulo ou saliência. Ao notar alguma alteração, procure um endocrinologista para obter orientações.

Tratamento

O tratamento varia de acordo com o tamanho do nódulo e se ele está produzindo muito hormônio, ou não. Quando indicada pelo endocrinologista, é feita uma pequena retirada de células do nódulo, através de uma punção. Tal medida ajuda os médicos a orientar seus pacientes sobre o tratamento correto.




Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

sábado, 5 de maio de 2012

Hanseníase: menos preconceito e mais informação

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     A hanseníase é uma doença infecciosa crônica causada pelo bacilo de Hansen [Mycobacterium leprae] e merece atenção por possuir umalto poder incapacitante, que está diretamente relacionado à capacidade do bacilo penetrar a célula nervosa e também ao seu poder imunogênico. Embora seja uma doença grave que requer cuidados, a hanseníase tem tratamento e cura.

     A transmissão ocorre  através de uma pessoa doente que apresenta a forma infectante da doença (multibacilar) e elimina o bacilo pelas vias respiratórias (secreções nasais, tosses, espirros), podendo infectar as pessoas com as quais tem contato. Mas é válido destacar que apesar do bacilo de Hansen ter capacidade de infectar um grande número de pessoas, poucas de fato adoecem. Isso porque a maioria tem capacidade de se defender contra o bacilo, ou seja, um sistema imunológico resistente.

     Um alerta é para o aumento das chances de infecção quando o contato direto e prolongado com a pessoa doente se dá em ambientes fechados, com pouca ventilação e ausência de luz solar. Um cenário comum durante o inverno, por exemplo. O período de incubação do bacilo, ou seja, o tempo em média que demora para a pessoa apresentar os sintomas da doença é de 2 a 5 anos.

     Mas a partir do momento em que a pessoa doente começa o tratamento, ela deixa de transmitir a doença. O paciente não precisa ser afastado do trabalho, nem do convívio familiar e pode manter relações sexuais com seu parceiro ou parceira. Isso derruba alguns mitos e ajuda a combater o preconceito contra quem sofre da doença.

     Os principais sintomas são são manchas e áreas da pele com diminuição de sensibilidade térmica (ao calor e frio), tátil (ao tato) e à dor, que podem estar em qualquer parte do corpo, principalmente nas extremidades das mãos e dos pés, na facenas orelhas, no tronco, nas nádegas e nas pernas. 

 Outros sintomas são:

• Área de pele seca e com falta de suor;
• Área da pele com queda de pêlos, especialmente nas sobrancelhas;
• Sensação de formigamento (Parestesias);
• Dor e sensação de choque, fisgadas e agulhadas ao longo dos nervos dos braços e das pernas, inchaço de mãos e pés;
• Diminuição da força dos músculos das mãos, pés e face devido à inflamação de nervos, que nesses casos podem estar engrossados e doloridos.
• Úlceras de pernas e pés.

     O diagnóstico só pode ser feito por um médico, através de um exame clínico, baseado nos sinais e sintomas detectados na observação de toda a pele, olhos, palpação dos nervos, avaliação da sensibilidade superficial e da força muscular dos membros superiores e inferiores. Em raros casos será necessário solicitar exames complementares para confirmação diagnóstica. É fundamental que ao suspeitar da doença a pessoa procure atendimento médico adequado. A hanseníase é uma doença cujos sintomas podem se assimilar a outras doenças, por isso a importância da conscientização e realização de exame preventivo, o foco da campanha.

     Quando a pessoa é diagnosticada com a doença, ela encontra tratamento gratuito através do SUS (Sistema Único de Saúde). Composta por três medicamentos, a  poliquimioterapia (PQT), é uma associação de antibióticos ministrados durante o período determinado pelo médico. Um destaque é o acompanhamento para evitar que o paciente abandone o tratamento. Assim, o paciente vai até a Unidade de Saúde mais próxima todo mês para tomar a dose supervisionada pela equipe médica, e pegar a medicação para as doses que ele toma diariamente em casa.

     A regularidade do tratamento e o início mais precoce levariam a cura da hanseníase mais rápida e segura. O que ajuda também na prevenção de incapacidades que a doença pode acarretar.

     Nos casos em que os pacientes diagnosticados tardiamente e com deformidades físicas, eles são encaminhados para unidades de referência onde poderão se beneficiar de tratamento adequado, como a cirurgia, exercícios pré e pós-operatórios e o autocuidado, bem como da indicação de próteses e/ou órteses. 


Gravidez e o aleitamento

     A gravidez e o aleitamento materno não contra-indicam o tratamento poliquimioterápico da hanseníase que são seguros tanto para a mãe como para a criança. Alguns dos medicamentos podem ser eliminados pelo leite, mas não causam efeitos adversos importantes. Os lactentes, porém, podem apresentar a pele hiperpigmentada pela Clofazimina, ocorrendo à regressão gradual da pigmentação, após a parada do tratamento.


Vacinação BCG (BACILO DE CALMETTE-GUÉRIN)

     Toda pessoa que reside ou residiu nos últimos cinco anos com doente de hanseníase, sem presença de sinais e sintomas de hanseníase no momento da avaliação, deve ser examinada e orientada a receber a vacina BCG para aumentar a sua proteção contra a hanseníase. Deve também receber orientação no sentido de que não se trata de vacina específica para a hanseníase. Estudos realizados no Brasil e em outros países verificaram que o efeito protetor da BCG na hanseníase variava de 20 a 80%, concedendo maior proteção para as formas multibacilares da doença.
Em alguns casos o aparecimento de sinais clínicos de hanseníase, logo após a vacinação, pode estar relacionado com o aumento da resposta imunológica em indivíduo anteriormente infectado.



Fonte: Ministério da Saúde - Edição e revisão: Equipe de Comunicação do ESIC.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Genética e meio ambiente influenciam alergias respiratórias

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Pessoas de todas as idades possuem rinite alérgica, asma brônquica e alergias respiratórias. Essas doenças, muitas vezes são confundidas com resfriados e podem ter conseqüências mais sérias se não forem tratadas corretamente. Muito comuns durante a infância, elas podem estar relacionadas a fatores genéticos e ambientais, uma vez que a chance de uma pessoa desenvolver rinite é de 40%, caso seus pais sejam alérgicos.

No entanto, os fatores ambientais também são determinantes.  É comum ácaros, polens e epitélio (pele descamada) serem causas de alergias respiratórias. No Brasil cerca de 90% dos casos de alergia respiratória envolvem os ácaros, aqueles microorganismos que se desenvolvem em ambientes úmidos e escuros e que podem ser combatidos impedindo sua proliferação. Outra forma de evitar as alergias é evitar agentes irritantes, que não causam as doenças, mas agravam os seus sintomas e desencadeiam crises, como produtos de limpeza, fumaça de cigarro, poluição, variações de temperatura, ar seco e pó.

As alergias respiratórias não tem cura, mas podem ser controladas. Além de diminuir a ação dos fatores alérgicos e irritantes no ambiente pode-se utilizar tratamento com medicamentos. No caso da rinite alérgica são utilizados medicamentos que diminuem o processo inflamatório, antialérgicos e descongestionantes. Para asma é usual a aplicação de bronco- dilatadores e corticóides inalatórios.

A automedicação pode levar a um agravamento dos quadros, por isso é necessário buscar orientação médica na hora de tratar.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Pressão alta - Campanha desse ano foca na família

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A hipertensão arterial, popularmente conhecida como ‘pressão alta’ pode ocorrer por diferentes motivos, o mais comum é a contração dos vasos nos quais o sangue circula. Quando isso acontece, o sangue que circula com pressão elevada pode danificar os vasos sanguíneos e com o passar do tempo, esses vasos podem entupir, causando infarto; romper, causando o AVC se a lesão ocorrer no cérebro; e ainda insuficiência renal se os rins forem atingidos pela doença.

Para alertar a população sobre os risco da hipertensão e como preveni-la, a Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH) realiza hoje (26) a campanha nacional de conscientização “Família Menos Pressão”. O tema desse ano aproveita a popularidade dos adesivos fixados em carros que retratam os integrantes das famílias e propõe a distribuição de adesivos nos quais os personagens estão realizando alguma atividade física, como futebol, corrida e natação.



A preocupação dos órgãos de saúde e profissionais com a doença é ressaltada pelos números que indicam uma incidência de aproximadamente 30% de hipertensão na população adulta, 50% na população idosa e 5% nas crianças e adolescentes. Números que preocupam tanto quanto o índice de atribuição de 40% dos infartos à hipertensão e 80% dos acidentes vasculares cerebrais (AVC), popularmente conhecidos como ‘derrames’.

E pra quem acha que o tratamento dos hipertensos é baseado apenas na medicação, saiba que existem casos nos quais o paciente pode controlar e diminuir a pressão através da adoção de práticas saudáveis como reeducação alimentar e atividade física regular.



Confira no infográfico da Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH) mais informações sobre HIPERTENSÃO e lembre sempre: diagnóstico precoce e tratamento correto são fundamentais para a cura!









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